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Ensaios, artigos e textos
O CONAMA, sob a batuta da Presidência da República, parece ter encontrado na "utilidade pública" um argumento para derrubar a velha e boa lei que protegia as matas ciliares, encostas em acentuado declive, manguezais, restingas, áreas muito elevadas, etc. Basta que haja notável "utilidade pública", segundo o CONAMA, e a área pode ser devastada. A mineração, por exemplo, é uma destas utilidades públicas, embora não passe de mais uma atividade industrial e comercial como outra qualquer, além de ser uma das mais impactantes para o ambiente. Anexamos para consulta a nova proposta de resolução (158 kb, .pdf) e o rascunho (203 kb, .doc) que deu origem a ela, com as observações que foram apresentadas na discussão prévia. Também disponibilizamos o link para que se conheçam as instituições (e seus representantes, no link Membros) que formam hoje o CONAMA e que irão votar a proposta de alteração da "lei das APPs". Sugerimos a leitura preliminar dos comentários de Ana Cândida Echevenguá, advogada ambientalista, obtidos do site da Adital (www.adital.com.br).
A Canoa de Tolda participou ativamente da reunião do NAP -SE (Núcleo de Articulação do Programa de Revitalização da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco em Sergipe), em Aracaju, dias 25 e 26 de abril, discutindo as linhas prioritárias de ação para o baixo São Francisco com um expressivo número de representantes de várias instituições e organizações com atuação na bacia, inclusive representantes de órgãos públicos diretamente ligados aos Governos Estadual e Federal.
Os fortes indícios de uma nova cheia, a partir da análise técnica feita pela Canoa de Tolda há dez dias, estão se mostrando reais. Veja a situação no ensaio desta semana.
Análise técnica da situação dos reservatórios de Sobradinho e Itaparica no fim do mês de março conclui que há fortes indícios de uma nova cheia dentro de 10 a 15 dias.
Análise das vazões e volumes de reservatório no período 1995-2005 e
impactos na calha do baixo São Francisco
A partir de dados disponíveis no INPE e na CHESF, em parte conflitantes entre si, e de nossa experiência acumulada em 8 anos no baixo São Francisco, ensaiamos uma análise do que ocorreu com a calha do rio e com os ribeirinhos nos últimos 10 anos